sábado, 10 de março de 2012
quarta-feira, 16 de junho de 2010
QUILOMBO DE ILHA REDONDA
TURMA 5TRN – 311
JOELSON OLIVEIRA DE SOUZA
PAULO MARCOS DE JESUS
MICHAELLY DANÚBIA DE OLIVEIRA COSTA
WETHER LOBO VIANA
QUILOMBO DE ILHA REDONDA
BLOG
Curso: Tecnologia em Redes de Computadores.
Disciplina: Estudo Antropológico da Amazônia.
Professora: Alzira Nogueira da Silva.
TRABALHO DE CURSO
Tema: Comunidade Quilombola do Amapá.
Iremos aborda a Comunidade de Ilha Redonda. Localizada na BR 210 km 14 – sona norte do Estado.
Objetivo: Começar uma leve história de um povo negro que com a descoberta do Brasil. Assim surgirão.
É uma comunidade quilombola, situada no Amapá, Macapá, Brasil e uma comunidade de negros tem somente 14 km da cidade de Macapá, começou com a fuga do senhor Domingo Joaquim dos Santo e Maria Emanoela Rodrigues dos Santo, povo sofrido, seus filhos contão história que não conheciam carros que na época eram os caminhos desbravadores, que surgiam para a construção da estrada do Oiapoque próximo a Guiana Francesa, quando virão os carros, correram para se esconder no mato era a forma que os negros buscavam para se refugiar. E assim surgiu o Quilombo Ilha Redonda com a fuga de duas pessoas como já falei anteriormente viveram bastante e hoje contamos historia, culturas, costumes e tradições que são levadas por seus descendentes com filhos, netos.
O Quilombo tem hoje 161 anos de existência, durante esse tempo carregam nas costas a sua tradição de herança de uma Matriarca chamada Maria Emanoela Rodrigues dos Santos que tinha um nome carinhoso que gostava de ser chamada, Maria Máxima.
No Quilombo tem três festejos tradicionais e São Sebastião, Nossa Senhora da Conceição e Santo Antônio. Tem também um Santo, São Raimundo que a comunidade pretende regatar que foi o Sr. Domingo Joaquim dos Santo que tia o santo como devoto.
A cultura e o batuque como dança tradicional do povo dessa comunidade, caça a pesca e a roça para plantações e o cultivo de farinha, tucupi e a tapioca, o artesanato como aguida, peneiras, tipiti.
Hoje vivem uma realidade que deixa a desejar com uma Lixeira publica de nossa cidade todo o lixo e depositado nesta área que pertence a comunidade, já lutarão e conseguiram como vitória não remover a lixeira mais sim, controlar, com o aterro controlado que a Prefeitura juntamente com o Ministério Publica do Estado implantarão, com muita luta e dedicação. Estão com, mas essa vitória mais continuou lutando por suas terras de direito e por seus direitos como lhe e de direito.
Aqui começo uma leve história de um povo negro que com a descoberta do Brasil. Assim surgirão.
Vamos aborda um tema em cima de sua cultura e sua tradição levando e consideração sua História.

Esta foto retrata os cem anos da nossa matriarca.
No Amapá hoje em dia 70% entre Negros e pardos, sendo que a maioria negros compõem a sociedade segundo o IBGE.
Comunidade de Ilha Redonda não deixa de está de fora dessa fatia. E uma comunidade que com tradição e costumes de gerações de negro tem como o Batuque segundo a tradição.
No dia 20 de janeiro e comemorado o seu festejo em louvor a São Sebastião, que por sua vez reúne a comunidade circos vizinha, sendo dois dias de comemoração, o roteiro segui com o levantamento do mastro (Arvore nativa da região medindo em torno de em seguida a missa, após os cultos religiosos acontece o derrubamento do mastro.
MANIFESTAÇÕES NA COMUNIDADE DE ILHA REDONDA.
SÃO SEBASTIÃO
Data de comemoração: 20 de Janeiro

A Vida de São Sebastião
São Sebastião Padroeiro do Rio de Janeiro;
Protetor contra peste, fome e guerras
São Sebastião nasceu em Narvonne, França,
no final do século III, e desde muito cedo
seus pais se mudaram para Milão,
onde ele cresceu e foi educado.
Seguindo o exemplo materno, desde
criança São Sebastião sempre se mostrou
forte e piedoso na fé.
Atingindo a idade adulta, alistou-se como
militar, nas legiões do Imperador
Diocleciano, que até então ignorava o fato
de Sebastião ser um cristão de coração.
A figura imponente, a prudência e a bravura
do jovem militar, tanto agradaram ao
Imperador, que este o nomeou comandante de
sua guarda pessoal.
Nessa destacada posição, Sebastião se
tornou o grande benfeitor dos cristãos
encarcerados em Roma naquele tempo.
Visitava com frequência as pobres vítimas
do ódio pagão, e, com palavras de dádiva,
consolava e animava os canditados ao
martírio aqui na terra, que receberiam
a coroa de glória no céu.
Enquanto o imperador empreendia a expulsão
de todos os cristãos do seu exército,
Sebastião foi denunciado por um soldado.
Diocleciano sentiu-se traído, e ficou
perplexo ao ouvir do próprio Sebastião
que era cristão.
Tentou, em vão, fazer com que ele
renunciasse ao cristianismo, mas Sebastião
com firmeza se defendeu, apresentando os
motivos que o animava a seguir a fé
cristã, e a socorrer os aflitos
e perseguidos.
O Imperador, enraivecido ante os sólidos
argumentos daquele cristão autêntico e
decidido, deu ordem aos seus soldados
para que o matassem a flechadas.
Tal ordem foi imediatamente cumprida:
num descampado, os soldados despiram-no,
o amarraram a um tronco de árvore e
atiraram nele uma chuva de flechas.
Depois o abandonaram para que sangrasse
até a morte.
À noite, Irene, mulher do mártir Castulo,
foi com algumas amigas ao lugar da execução,
para tirar o corpo de Sebastião e dar-lhe
sepultura.
Com assombro, comprovaram que o mesmo
ainda estava vivo.
Desamarraram-no, e Irene o escondeu em sua
casa, cuidando de suas feridas.
Passado um tempo, já restabelecido, São
Sebastião quis continuar seu processo de
evangelização e, em vez de se esconder,
com valentia apresentou-se de novo ao
imperador, censurando-o pelas injustiças
cometidas contra os cristãos, acusados de
inimigos do Estado.
Diocleciano ignorou os pedidos de Sebastião
para que deixasse de perseguir os cristãos,
e ordenou que ele fosse espancado até a
morte, com pauladas e golpes de bolas
de chumbo.
E, para impedir que o corpo fosse
venerado pelos cristãos, jogaram-no no
esgoto público de Roma.
Uma piedosa mulher, Santa Luciana,
sepultou-o nas catacumbas. Assim aconteceu
no ano de 287.
Mais tarde, no ano de 680, suas relíquias foram
solenemente transportados para uma basílica
construída pelo Imperador Constantino,
e onde se encontram até hoje.
Naquela ocasião, Roma estava assolada por
uma terrível peste, que vitimou muita gente.
Entretanto, tal epidemia desapareceu a
partir da hora da transladação dos restos
mortais desse mártir, que é venerado como
o padroeiro contra a peste, fome e guerra.
As cidades de Milão, em 1575 e Lisboa,
em 1599, acometidas por pestes epidêmicas,
se viram livres desses males, após atos
públicos suplicando a intercessão deste
grande santo.
São Sebastião é também muito venerado em
todo o Brasil, onde muitas cidades o tem
como padroeiro, entre elas, o Rio de
Janeiro.
Oração a São Sebastião
Glorioso mártir São Sebastião,
soldado de Cristo e exemplo de cristão.
Hoje nós viemos pedir vossa intercessão
junto ao trono do Senhor Jesus, nosso
Salvador, por quem destes a vida.
Vós que vivestes a fé e perseverastes
até o fim, pedi a Jesus por nós para
que nós sejamos testemunhas
do amor de Deus.
Vós que esperastes com firmeza nas palavras
de Jesus, pedi a Ele por nós para que
aumente nossa esperança
na ressurreição.
Vós que vivestes a caridade para com os
irmãos, pedi a Jesus para que aumente nosso
amor para com todos.
Enfim, glorioso mártir São Sebastião,
protegei-nos contra a peste,
a fome e a guerra; defendei nossas
plantações e nossos rebanhos que são
dons de Deus para o nosso bem, para
o bem de todos.
E defendei-nos do pecado que é o maior
mal, causador de todos os outros.
NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
Data da comemoração no dia 8 de dezembro.

O Rio Paraíba, que nasce em São Paulo e deságua no litoral fluminense, era limpo e piscoso em 1717, quando os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves resgataram a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida de suas águas. Encarregados de garantir o almoço do conde de Assumar, então governador da província de São Paulo, que visitava a Vila de Guaratinguetá, eles subiam o rio e lançavam as redes sem muito sucesso próximo ao porto de Itaguaçu, até que recolheram o corpo da imagem. Na segunda tentativa, trouxeram a cabeça e, a partir desse momento, os peixes pareciam brotar ao redor do barco.
Durante 15 anos, Pedroso ficou com a imagem em sua casa, onde recebia várias pessoas para rezas e novenas. Mais tarde, a família construiu um oratório para a imagem, até que em 1735, o vigário de Guaratinguetá erigiu uma capela no alto do Morro dos Coqueiros. Como o número de fiéis fosse cada vez maior, teve início em 1834 a construção da chamada Basílica Velha. O ano de 1928 marcou a passagem do povoado nascido ao redor do Morro dos Coqueiros a município e, um ano depois, o papa Pio XI proclamava a santa como Rainha do Brasil e sua padroeira oficial.
A necessidade de um local maior para os romeiros era inevitável e em 1955 teve início a construção da Basílica Nova, que em tamanho só perde para a de São Pedro, no Vaticano. O arquiteto Benedito Calixto idealizou um edifício em forma de cruz grega, com 173m de comprimento por 168m de largura; as naves com 40m e a cúpula com 70m de altura, capaz de abrigar 45 mil pessoas. Os 272 mil metros quadrados de estacionamento comportam 4 mil ônibus e 6 mil carros. Tudo isso para atender cerca de 7 milhões de romeiros por ano.
SANTO ANTONIO
Data da comemoração no dia 13 de junho.

Conhecido como santa casamenteiro, Santo Antônio tem milhares de devotos espalhados pelo Brasil e também em Portugal. Seu dia é comemorado em 13 de junho, em meio às festas juninas, por isso Antônio é um dos santos mais lembrados nessas festas.
Normalmente, sua figura é representada carregando o menino Jesus em seus braços. Muitas mocinhas afoitas para encontrar um marido retiram o bebê dos braços do santo e prometem devolvê-lo depois de alcançarem seu pedido. Outras jovens colocam a imagem de cabeça para baixo e dizem que só mudam de posição quando Santo Antônio descolar um marido para elas. Essas simpatias geralmente são feitas na madrugada do dia 13.
Mas nem só de casamento vive o santo. Ele também é conhecido por ajudar as pessoas a encontrarem objetos. Em uma reza conhecida como "os responsos", o santo é invocado para achar coisas perdidas. Numa outra cerimônia, conhecida como trezena, os fiéis entoam cânticos, soltam fogos, e celebram comes e bebes e uma fogueira com o formato de um quadrado. Essa festança acontece de 1° a 13 de junho.
Ainda há um outro costume que é muito praticado pela Igreja e pelos fiéis. Todo o dia 13 de junho, as igrejas distribuem aos pobres os famosos pãezinhos de Santo Antônio. A tradição diz que esse alimento deve ser guardado dentro de uma lata de mantimento, para a garantia de que não faltará comida durante todo o ano.
Fernando de Bulhões (verdadeiro nome de Santo Antônio), nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195, numa família de posses. Aos 15 anos entrou para um convento agostiniano, primeiro em Lisboa e depois em Coimbra, onde provavelmente se ordenou. Em 1220 trocou o nome para Antônio e ingressou na Ordem Franciscana, na esperança de, a exemplo dos mártires, pregar aos sarracenos no Marrocos. Após um ano de catequese nesse país, teve de deixá-lo devido a uma enfermidade e seguiu para a Itália.
Indicado professor de teologia pelo próprio são Francisco de Assis, lecionou nas universidades de Bolonha, Toulouse, Montpellier, Puy-en-Velay e Pádua, adquirindo grande renome como orador sacro no sul da França e na Itália. Ficaram célebres os sermões que proferiu em Forli, Provença, Languedoc e Paris. Em todos esses lugares suas prédicas encontravam forte eco popular, pois lhe eram atribuídos feitos prodigiosos, o que contribuía para o crescimento de sua fama de santidade.
A saúde sempre precária levou-o a recolher-se ao convento de Arcella, perto de Pádua, onde escreveu uma série de sermões para domingos e dias santificados, alguns dos quais seriam reunidos e publicados entre 1895 e 1913. Dentro da Ordem Franciscana, Antônio liderou um grupo que se insurgiu contra os abrandamentos introduzidos na regra pelo superior Elias.
Após uma crise de hidropisia (Acúmulo patológico de líquido seroso no tecido celular ou em cavidades do corpo). Antônio morreu a caminho de Pádua em 13 de junho de 1231. Foi canonizado em 13 de maio de 1232 (apenas 11 meses depois de sua morte) pelo papa Gregório IX.
A profundidade dos textos doutrinários de santo Antônio fez com que em 1946 o papa Pio XII o declarasse doutor da igreja. No entanto, o monge franciscano conhecido como santo Antônio de Pádua ou de Lisboa tem sido, ao longo dos séculos, objeto de grande devoção popular.
Sua veneração é muito difundida nos países latinos, principalmente em Portugal e no Brasil. Padroeiro dos pobres e casamenteiro, é invocado também para o encontro de objetos perdidos. Sobre seu túmulo, em Pádua, foi construída a basílica a ele dedicada.
A COMUNIDADE NOS DIAS DE HOJE

Modo de vida e geração de empregos dentro da comunidade deixando a sua cultura de plantio e produção de farinha unindo idosos aposentados, vivendo da pesca e criação de peixes em tanques e criação de gados. A comunidade tem entorno de 600 afro-descendentes, mas vivendo na comunidade 110 famílias em cerca de 200 pessoas.

O laser da comunidade tem como futebol como recreação e banho as margens do rio matapí.
A comunidade depõe de campo, centro comunitário, posto de saúde escola e a Igreja. Os jovens na educação e oficinas de artesanatos e dança.

A comunidade dispõe de varios projetos, sem o apoio e aprovação governamental.

Nas margens do rio Matapí está localizado o balneário dessa comunidade onde se desfruta de varias formas de lazer.

Dispõe de grande diversidade de plantas e áreas com grande futuro pra preservação ambiental.


O lixo um grande desafio pra comunidade.

A lixeira pública que existe em nossa Estado está localisado dentro da comunidade que por esse meio gera renda e emprego.
Mais trazendo também muitos transtornos, compromentendo a saúde de povo dessa comunidade, com insetos ( mosca, pernilongos da dengue e da malaria), juntamente com o mau cheiro, muito fumaça da queima do lixo assim causando segundo relatos de pessoas das comunidade muita irritação de pele e nos olhos.
Enfim a comunidade está vivendo de forma desmerecida.
Enquanto a água pode nos faltar, o lixo sobra. É lixo demais e ele sempre aumenta tanto que nem sabemos onde colocá-lo.

Essa dificulade é maior quanto associada aos custo para se criar aterros sanitários controlados, A situação torna-se pior quando constatamos que na maioria das cidade brasileiras o lixo é despejado em terrenos baldios ou nos "famosos" e inadequados lixões. Pecisamos estimular o uso de métodos de tratamento como a compostagem e reciclagem.
Heranças
A matriarca da comuniadade (Maria Emanoela) se foi, mais deixo uma herança a todos que ali vivem.


Teve oito filhos, sendo três homens e cinco mulheres. Vivos somente três filhas que coordenam a comunidade sendo que na comunidade só reside duas dessas filhas.
Deforama a levarem a vida desta herança afrodescendentes. Com dança e diverção...



Futuramente mais fotos e assunto postado.......